
?O presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, n?o tem o h?bito de viajar com a delega??o do clube para jogos fora de S?o Paulo. E tal comportamento virou alvo de reclama?es dos jogadores. O UOL Esporte apurou que h? insatisfa??o no grupo com a postura do cartola antes mesmo da agress?o promovida por integrantes da fac??o Mancha Alviverde em Buenos Aires. O ocorrido apenas agravou o parecer dos atletas. Eles acreditam que Nobre, se estivesse no aeroporto, poderia ter evitado a confus?o.
Nas partidas disputadas fora de casa nesta Libertadores, por exemplo, Nobre chegou ao local no dia do jogo em seu avi?o particular e deixou a pra?a antes do retorno da delega??o a S?o Paulo. O time reclama de falta de contato e apoio no vesti?rio. Na quinta, por exemplo, o presidente voltou a S?o Paulo horas antes do voo marcado para a delega??o palmeirense. Ao tomar ci?ncia do protesto, Nobre afirma que mudar? o procedimento e acompanhar? os jogadores.
“Em nenhum momento passava pela minha cabe?a que uma confus?o como a ocorrida pudesse acontecer com o elenco neste momento. Agora ? claro que com esse hist?rico passo a ficar mais presente, apoiando. S? que os jogadores sabem que possuem o respaldo dessa diretoria”, disse Nobre
“O que fa?o apenas ? antecipar viagens para otimizar o tempo. Temos outras tarefas de import?ncia a serem resolvidas. Mas se h? uma queixa, vamos procurar apoiar” complementou.
No avi?o presidencial na volta ao Brasil ainda estava o diretor executivo do Palmeiras, Jos? Carlos Brunoro. Com isso, a chefia da delega??o na Argentina ficou a cargo do gerente de futebol, Omar Feitosa. Foi ele quem acompanhou Fernando Prass no depoimento dado aos policiais locais. O goleiro foi ferido pelos integrantes da Mancha durante a confus?o.
Nobre recebeu o elenco palmeirense na tarde de quinta-feira na Academia de Futebol. Logo de cara, o presidente procurou Valdivia para ouvir o jogador perseguido pela organizada e manifestar apoio. A ordem presidencial deixada para o elenco foi de que ningu?m desse entrevistas durante toda a quinta-feira
O ?nico palmeirense que falou sobre o epis?dio foi ele pr?prio. Paulo Nobre adotou discurso forte de rep?dio aos agressores. Provid?ncias de Minist?rio P?blico, pol?ticos e outros clubes foram pedidas pelo dirigente palmeirense para que puni?es severas aconte?am com o intuito de acabar com a viol?ncia no futebol.