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Caso Adriano: Jogador irá pagar R$ 110 mil depois que jovem levou tiro dentro de seu carro

Publicada em 11 de Dezembro de 2012 às 19h53


Jogador Adriano Jogador Adriano Imagem: WebJogador Adriano O jogador de futebol Adriano aceitou fazer acordo, na tarde desta ter?a-feira, e pagar as despesas hospitalares de Adriene Cyrillo Pinto - que foi ferida por um tiro na m?o dentro de seu carro, em dezembro do ano passado. A jovem foi ferida quando sa?a de uma boate no carro do atleta. A decis?o ocorreu durante uma audi?ncia de instru??o e julgamento, no 9? Juizado Especial Criminal da Barra da Tijuca. O jogador tem at? 48 horas para pagar R$ 60 mil que Adriene, por danos morais e f?sicos, e R$ 50 mil ao Hospital Barra D"Or, para onde foi levada depois do incidente. O valor da d?vida com a unidade j? ultrapassava R$ 110 mil, mas os advogados do hospital aceitaram diminu?-lo. Adriano foi denunciado, em novembro, pelo Minist?rio P?blico, por les?o corporal culposa (quando n?o h? inten??o). Al?m do jogador, o policial militar aposentado Julio Cesar Barros, amigo do jogador, que dirigia o carro e era dono da arma, foi denunciado pelo mesmo crime. Para o Minist?rio P?blico, Adriano e Julio Cesar deveriam ter evitado que algo acontecesse com Adriene e as outras tr?s jovens que estavam dentro do ve?culo, mas se omitiram. O jogador sabia que havia uma arma em seu carro, e chegou a manuse?-la; j? o policial aposentado era dono da arma. No epis?dio, para o MP, houve neglig?ncia e imprud?ncia. Na primeira audi?ncia de instru??o e julgamento do caso, no dia 6 de novembro, Adriano e Julio Cesar participaram de uma reuni?o de concilia??o, no mesmo f?rum, na qual tiveram a oportunidade de dar fim ao caso, atrav?s de um acordo c?vel, ou aceitando a transa??o penal, ou seja, pena antecipada. Ambos n?o quiseram, e agora ter?o que enfrentar um processo na Justi?a. O caso Adriene Cyrilo Pinto, foi baleada na m?o, na madrugada de dezembro de 2011, quando sa?a da boate Barra Musica, na BMW branca de Adriano. Na ?poca ela chegou a acusar o jogador, mas voltou atr?s e disse ser a respons?vel pelo disparo. Em setembro deste ano, a v?tima procurou o MP para modificar as declara?es dadas na delegacia. Nas novas declara?es, ela afirmou que a arma n?o estava em suas m?os no momento do disparo, e que foi pressionada, na delegacia, a dizer que estava.

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Fonte: Vooz  |  Publicado por:
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