Uma not?cia boa para sa?de p?blica do Piau?, nos ?ltimos 10 anos os casos de hansen?ase no estado diminu?ram 37%, segundo dados da Funda??o Municipal de Sa?de (FMS). Apesar do bom resultado, o n?mero de casos notificados da doen?a em 2015 chegou a 330 (10 anos antes eram 800), o que ainda deixa as autoridades em estado de alerta.
Por conta dessa realidade, a Cl?nica Dermatol?gica do Hospital Get?lio Vargas (HGV) realizou neste s?bado (19) um mutir?o de diagn?stico para identificar de forma precoce casos de hansen?ase como o da estudante Let?cia da Concei??o. “O m?dico dizia que era pano branco, eu passei quatro dias internadas poucos dias atr?s por causa disso e ele pediu para eu viesse para fazer o exame aqui”, contou ela.
O mutir?o come?aram ?s 8h e 300 pessoas com manchas suspeitas foram atendidas. “Teresina tem observado uma redu??o importante desses casos. Mesmo assim precisamos ficar atentos a novos casos”, disse Kelsen Eul?lio, coordenador de Hansen?ase da FMS.
Os m?dicos dizem que todos devem estar atentos a qualquer mancha na pele. “Quando a mancha apresenta dorm?ncia na pele, uma mancha esbranqui?ada, avermelhada ou mesmo amarronzada, que tem altera??o de sensibilidade, tem perda de pelo ou tem diminui??o do suor naquela ?rea. As vezes, at? uma ?rea que n?o tem mancha, mas tem diminui??o de sensibilidade ou uma dorm?ncia que tenha no membro, uma diminui??o de for?a. Tudo isso pode ser um ind?cio de que esteja come?ando a doen?a”, afirmou o dermatologista Jesu?ta Monturil.
O tratamento da doen?a leva de seis meses a um ano e n?o pode ser interrompido.