Publicada em 15 de Fevereiro de 2014 às 08h26
FES Piauí (Foto:Márcio Sales/Sesapi)
Os m?dicos e enfermeiros que atuam na Forca Estadual da Sa?de (FES) definiram nesta sexta-feira (14) o novo formato de atendimento para os pacientes do interior do Piau?. Uma reuni?o foi realizada no audit?rio da Central de Regula??o do Samu Estadual e contou com a presen?a de diretores de hospitais regionais, secret?rios municipais de Sa?de, al?m do superintendente de Assist?ncia ? Sa?de da Secretaria de Estado da Sa?de (Sesapi), Pedro Leopoldino, e do coordenador-geral da FES, Gerardo Vasconcelos. Um dos principais temas levantados durante a reuni?o foi a implanta??o de um cronograma anual para a FES, j? que, atualmente, os profissionais atendem somente as demandas solicitadas por cada cidade do interior. O superintendente Pedro Leopoldino garantiu que o programa vai chegar a todos os munic?pios, independente de quest?es terceiras, como a pol?tica eleitoral, por conta do per?odo de campanhas partid?rias que se aproxima. “Queremos frisar que a determina??o do governador Wilson Martins ? que n?s, enquanto gestores municipais ou estaduais, n?o esque?amos que, apesar das quest?es pol?ticas, o mais importante ? continuar prestando um servi?o de qualidade ao usu?rio. Visando a import?ncia social desse programa, queremos montar um cronograma formal para chegarmos a todo o Estado”, pontuou. Al?m da montagem do cronograma, quest?es relacionadas ? estrutura dos hospitais do interior e o repasse salarial regular dos profissionais que atuam na FES tamb?m foram discutidas. O coordenador-geral da FES, Gerardo Vasconcelos, reiterou o compromisso de todos os profissionais com o projeto que, segundo ele, v?m dando mais qualidade de vida aos pacientes do interior do Estado. “O impacto causado nas primeiras cidades beneficiadas pela FES foi algo que nos cativa, j? que a maioria dos pacientes ? formada por pessoas que n?o teriam condi?es de vir a Teresina. ? preciso que continuemos com esse esp?rito de compromisso e responsabilidade, uma vez que isso n?o se trata de um mutir?o, mas, de algo permanente, que transformar? a vida dos piauienses, pois envolve servi?os de sa?de p?blica de qualidade”, destacou.