?O reservat?rio com 250 mil litros da Agespisa rompeu na noite dessa quarta-feira (5) na bairro Poeir?o da cidade de ?gua Branca, localizada a 98 Km de Teresina. Segundo o Corpo de Bombeiros, tr?s pessoas ficaram feridas ap?s o acidente destruir casas na regi?o.
Ainda de acordo com os bombeiros, os feridos foram atendidos no hospital local e liberados em seguida. Agentes da Defesa Civil e t?cnicos da Agespisa est?o na cidade para avaliar as causas e os danos provocados pelo rompimento do reservat?rio.
O coordenador de comunica??o do governo do estado, Fenelon Rocha, relatou ao G1 que o rompimento n?o teve nenhuma gravidade e ainda na noite dessa quarta-feira a dire??o da Agespisa acionou a Funda??o Nacional de Sa?de (Funasa), respons?vel pela constru??o do reservat?rio. Ele contou que somente o laudo t?cnico ir? apontar as causas do acidente.
"A obra tem aproximadamente nove anos e o acidente n?o afetar? o abastecimento de ?gua na cidade, j? que ?gua Branca n?o tem um ?nico reservat?rio e os outros atendem a demanda", explicou.
Resposta Funasa
Em resposta Funda??o Nacional de Sa?de declarou ter sido respons?vel somente pelo financiamento da obra, atrav?s de conv?nio com a Prefeitura de ?gua Branca. "O reservat?rio foi constru?do em 2005 e as fiscaliza?es feitas pela Funasa foram realizadas somente durante a obra para que ela se enquadrasse nos padr?es do ?rg?o. Ap?s a entrega, a manuten??o ficou a cargo da Agespisa e prefeitura da cidade", informou a Funasa.
O ?rg?o destacou tamb?m que a pr?pria Prefeitura de ?gua Branca quem escolheu a empresa construtora do reservat?rio.
Barragem de Algod?es
Em 2009, o rompimento da Barragem Algod?es I destruiu v?rias casas e deixou nove pessoas mortas na cidade de Cocal, localizada a 116 km de Teresina. Entre as v?timas, uma crian?a de 1 ano e 3 meses e uma idosa de 74 anos.
Recentemente o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello determinou o prosseguimento de a??o penal por homic?dio culposo contra o senador Wellington Dias (PT-PI). Ele foi acusado pelas mortes provocadas pelo rompimento de barragem, na ?poca em que era governador do estado.
Segundo o MP, seis dias depois do governador autorizar o retorno dos moradores as suas casas, a barragem rompeu. As fam?lias v?timas do desastre de Algod?es aguardam tamb?m o pagamento da pens?o aliment?cia, suspensa desde novembro do ano passado. A decis?o partiu da ju?za Maria do Perp?tuo Socorro da comarca de Altos, que determinou o cancelamento do pagamento das cestas b?sicas para 499 fam?lias v?timas da trag?dia quando deveriam ter sido suspensas apenas as pens?es de 219.