Piaui em Pauta

Suspeito de matar dono de academia tatuou artigo do código penal correspondente a homicídio.

Publicada em 30 de Julho de 2018 às 20h37


Leandro Rodrigues da Silva, 21 anos, apontado pela Pol?cia Civil como autor do latroc?nio contra o dono de uma academia em Teresina, o empres?rio Macelo Henrique Amorim, 43 anos, tinha tatuado no bra?o esquerdo o artigo 121, do c?digo penal, correspondente ao crime de homic?dio. Leandro j? tem passagem pela pol?cia por dez crimes. A pol?cia civil apresentou nesta segunda-feira (30) detalhes sobre o crime e o suspeito.

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Al?m do crime contra o empres?rio, o rapaz foi apreendido aos 16 anos por outro latroc?nio, contra um comerciante, ocorrido quase exatamente cinco anos antes da morte de Marcelo, em 8 de julho de 2013. “Ou seja, ele se orgulha, ostenta o crime”, disse o delegado Robert Lavor, do Departamento de Homic?dio e Prote??o ? Pessoa (DHPP), a respeito da tatuagem.

Desta vez, ele foi preso no dia 21 de julho, na sa?da de uma festa no bairro Sat?lite, Zona Leste, com uma moto roubada. A pol?cia informou que ele j? era conhecido e era foragido por crimes de roubo. Ao todo, ele possui dez passagens pela pol?cia, sendo sete quando era adolescente.

Leandro foi autuado desta vez por latroc?nio e roubo, praticado no mesmo dia da morte, com o carro da v?tima. O crime foi cometido em um posto de combust?veis no bairro Todos os Santos, Zona Sudeste.

O delegado Robert Lavor contou que o suspeito n?o demonstrou arrependimento durante os depoimentos. “Ele ? um indiv?duo frio. Tanto que foi cometer outros crimes logo depois de ter assassinado o empres?rio”, comentou o delegado Robert.

O delegado contou que o crime foi cometido com o objetivo de levar apenas o carro e que o autor n?o conhecia a v?tima. Imagens de c?meras de seguran?a mostraram a abordagem. "Se ele soubesse quem ele estava roubando, ele n?o escolheria essa v?tima, j? que estava diante da academia que o rapaz era dono, diante de c?meras e de muita gente que ajudaria a v?tima", disse.

O carro foi levado e usado em dois crimes. Sendo um deles em um posto de gasolina, que foi filmado por c?meras de seguran?a. O outro crime foi contra pessoas que n?o registraram o caso na pol?cia.

Segundo o delegado, devido ? grande repercuss?o e de imagens divulgadas dele, o suspeito resolveu destruir o ve?culo, que foi totalmente incendiado. Ele foi preso no bairro Sat?lite e, ao ser abordado, deu o nome do pr?prio irm?o, mas o nome verdadeiro foi descoberto no dia seguinte, j? que ele estava sem documentos.

Eles chegaram a ir at? a casa do suspeito e a fam?lia reconheceu o homem, dizendo que ele estava usando as roupas do irm?o. A fam?lia fez contato e pediu para que ele se entregasse, mas ele negou e disse ainda que continuaria cometendo crimes.
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Fonte: globo  |  Publicado por: Da Redação
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