Publicada em 20 de Novembro de 2013 às 13h34
A Funda??o de Amparo ? Pesquisa do Estado do Piau? (Fapepi), por meio do Programa de Aux?lio para Organiza??o de Reuni?o Cient?fica - Edital 005/2013, apoiou o V Semin?rio de Propriedade Intelectual e Empreendedorismo Tecnol?gico (Semipi), que aconteceu nos dias 18 e 19 de novembro, na Universidade Federal do Piau? (UFPI).
O evento foi organizado pelo N?cleo de Inova??o e Transfer?ncia de Tecnologia (Nintec-PI) e veio a enaltecer com propriedade o conhecimento da comunidade empresarial e acad?mica sobre a preserva??o dos direitos inerentes ?s suas cria?es.
A finalidade do evento foi contribuir para o processo de difus?o cient?fica, e dos diversos procedimentos de inova??o tecnol?gica no Brasil, atrav?s do acesso ?s informa?es sobre pol?ticas p?blicas de fomento ? pesquisa e ? forma??o de recursos humanos.
O perfil do p?blico do Semipi foi de professores, pesquisadores, alunos de gradua??o e p?s-gradua??o, inventores, gerentes e gestores de empresas juniores e incubadoras, empres?rios, profissionais liberais e demais interessados da ?rea de tecnologia e inova??o.
O Semipi serve como um est?mulo ? sociedade e principalmente o meio acad?mico sobre a quest?o da prote??o dos resultados de sua pesquisa e o est?mulo e a inova??o como prop?sito principal. "Trouxemos palestrantes para mostrar n?o s? as ferramentas de prote??o e comercializa??o das cria?es, mas tamb?m incentivar o empreendedorismo tecnol?gico", relatou Antunes Norberto, t?cnico em Propriedade Industrial da Nintec.
Esse ano houve uma mudan?a da grade de apresenta?es do evento. Agregado ao V Semipi, esteve o V Semin?rio de Desenvolvimento Tecnol?gico e Inova??o (SDTI), que foi a apresenta??o de resultados dos bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Inicia??o em Desenvolvimento Tecnol?gico e Inova??o (Pibiti), uma maneira de presta??o de contas dos projetos financiados e um compartilhamento de informa?es entre estudante e comunidade acad?mica e empresarial.
Outra adi??o no V Semipi foi a I Mostra de Tecnologias da UFPI. "Temos 52 tecnologias protegidas pela Universidade Federal do Piau? e ? um momento de divulgar essas tecnologias para poder licenciar" comentou a professora Maria Rita de Morais Chaves Santos, coordenadora do Nintec-PI, explicando que a tecnologia n?o deve ser guardada, mas sim licenciada para gerar emprego e renda.
Um dos palestrantes convidados foi o engenheiro mec?nico Alberto Moreira da Rocha e pesquisador de carreira do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) falou da import?ncia das patentes como forma de prote??o de uma tecnologia e o uso do sistema de patentes como fonte de informa??o tecnol?gica.
O pesquisador cient?fico tamb?m ? um inventor, pois em suas pesquisas tamb?m se alcan?a certos tipos de tecnologias. O pesquisador de empresas visa ? lucratividade e o pesquisador docente busca aquela tecnologia como um resultado de um trabalho de mestrado ou doutorado e sua preocupa??o ser? a publica??o. "Antes de publicar suas descobertas tecnol?gicas, pe?a prote??o por patentes, pois essa descoberta pode virar um produto de mercado visando lucro a terceiros que s?o alheios a sua pesquisa, dessa maneira voc? tem o seu trabalho protegido" afirmou o engenheiro.