Piaui em Pauta

Wagner Moura fala sobre sua primeira experiência filmando no exterior

Publicada em 09 de Abril de 2013 às 16h32


Wagner Moura e Matt Damon Wagner Moura e Matt Damon Imagem: Reprodu??oClique para ampliarWagner Moura e Matt Damon Em um evento realizado em S?o Paulo na noite da ?ltima segunda, 8, os atores brasileiros Wagner Moura e Alice Braga apresentaram para f?s e imprensa dez minuto de cenas absolutamente in?ditas da produ??o norte-americana Elysium - mais um trabalho internacional dela e o primeiro dele. O longa com dire??o de Neill Blomkamp (Distrito 9) ? uma fic??o cient?fica futurista ambientada em 2159. Nesse enredo, h? dois grupos de pessoas: as muito ricas, que moram na Elysium, e o resto, que ? obrigado a habitar uma Terra destru?da e com popula??o excessiva. O protagonista Max da Costa (Matt Damon) ? um oper?rio de f?brica que anda na linha fina entre jogar dentro desse esquema e confront?-lo. J? Spider, o personagem de Wagner Moura, segundo o que nos contaram as cenas e o pr?prio ator, ? um “fora da lei”. Entre outras coisas, ele trabalha como um “coiote”, termo que hoje em dia designa pessoas que levam imigrantes ilegais para dentro dos Estados Unidos, mas que nesse contexto faz o mesmo pelas pessoas que querem adentrar Elysium. “Ele ? uma mistura de revolucion?rio com fora da lei, hacker e coiote”, resumiu Wagner. Alice interpreta a jovem m?e Fray, “a mocinha do filme”, conforme foi definido, e algu?m com um hist?rico desde a inf?ncia com o personagem de Matt Damon, segundo ela. “? uma jovem mulher que a vida pressionou a amadurecer muito”, comentou. “Eu j? tinha feito papel de m?e antes, mas desta vez foi um desafio maior, tinha algumas cenas muito fortes”, disse. Oito anos depois de os atores terem trabalhado juntos em Cidade Baixa, eles mal puderam conter a rasga??o de seda um com o outro durante o pouco tempo de entrevista. “Wagner arrebentou no set, os gringos ficavam surpresos porque n?o esperavam tudo que ele estava fazendo”, disse a atriz sobre a estreia de Wagner no exterior. “Foi importante ver um ator brasileiro muito bom mostrando ao mundo o que temos”. Wagner, sempre muito divertido, brincou que chegou l? com uma ideia para o papel e come?ou a coloc?-la em pr?tica. “Quando perguntei a eles se era isso que queriam, eles disseram ‘n?o, n?o era nada disso, mas est? bom assim pode continuar’.” Wagner e Alice eram ambos veteranos da fic??o cient?fica, embora admitam que n?o sejam t?o fascinados assim pelo g?nero – apreciam cl?ssicos como Matrix e Blade Runner – O Ca?ador de Androides. Mas Alice serviu como um ponto de refer?ncia para esta primeira experi?ncia de Wagner longe de casa e dos filhos por cinco meses. Em um elenco bastante internacional, o ator ainda tinha o desafio da l?ngua. Pouco acostumado com o ingl?s, garantiu que na cabe?a dele o personagem era brasileiro, o que tirava dele qualquer press?o relativa ao sotaque e, o que ? mais importante, ? algo plaus?vel dentro da hist?ria. No mais, o ator pareceu se divertir com as novidades que um or?amento gordo traz para uma produ??o, Al?m de haver muito mais tempo para gravar, “tinha muita comida! E comida boa!”, riu ele. “E eles s?o obesos, n??”, brincou Alice, comentando que contratualmente os atores precisam ser alimentados de poucas em poucas horas nos sets norte-americanos.

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Fonte: Vooz  |  Publicado por:
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