Após críticas, Temer recua e culpa cerimonial por convites com bordão polêmico.

Publicada em 15 de Maio de 2018 às 10h37 Versão para impressão

Temer se reuniu nesta segunda (7), no Palácio do Planalto, com o marqueteiro Elsinho Mouco após as críticas e repercussão negativa em relação ao bordão escolhido pelo governo para o evento de dois anos do governo Temer.

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Como o blog mostrou, o cerimonial enviou convites a autoridades para participarem do evento "O Brasil voltou, 20 anos em 2".

A redação da primeira parte- "O Brasil voltou", com vírgula, gerou críticas nas redes sociais e até entre aliados.

A forma como foi escrito o bordão gerou interpretações dúbias, por sugerir que o Brasil estava voltando 20 anos - e não avançando.

O tema remete ao plano de metas de Juscelino Kubitschek, que prometia 50 anos de progresso em 5 de governo.

O governo, nos bastidores, atribui ao cerimonial o convite com o bordão. E diz que a cartilha do governo com ações dos últimos dois anos não tinha o bordão - e que foi enviada à gráfica na sexta-feira (11).

Sobre a visita de Elsinho nesta segunda ao Planalto, interlocutores do presidente afirmam que foi para discutir o texto do discurso do presidente para o evento desta terça.

No entanto, essa não é a primeira vez que o marqueteiro escolhe um slogan polêmico para o governo.

Em maio de 2016, o Planalto adotou "Ordem e Progresso" como lema do governo.

Com 5 estrelas a menos, a bandeira da logo escolhida por Temer à época foi usada na ditadura. Aquela versão resgatada pela equipe de Temer foi usada entre 1960 e 1968.

MICHEL TEMER
Fonte: globo  |  Edição: Claudete Miranda

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