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Defesa Civil não vê risco de desabamento do prédio do Museu Nacional, mas recomenda interdição.

Publicada em 03 de Setembro de 2018 às 13h04 Versão para impressão

Os bombeiros usam drones para mapear a área do Museu Nacional sem oferecer risco para nenhum ser humano. A equipe responsável pelo aparelho já trabalha com essa tecnologia há três anos. O objetivo é averiguar com cuidado as condições do prédio e se há algo que deva ser resgatado imediatamente.

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Os drones oferecem a possibilidade de verificar detalhes que não seriam analisados tão facilmente por um profissional do Corpo de Bombeiros.

A mais antiga instituição científica do país abrigava um acervo de mais de 20 milhões de itens que foram consumidos pelo fogo. O Museu Nacional completa 200 anos em 2018 e já foi residência de um rei e de dois imperadores.

Os bombeiros usam drones para mapear a área do Museu Nacional sem oferecer risco para nenhum ser humano. A equipe responsável pelo aparelho já trabalha com essa tecnologia há três anos. O objetivo é averiguar com cuidado as condições do prédio e se há algo que deva ser resgatado imediatamente.

Os drones oferecem a possibilidade de verificar detalhes que não seriam analisados tão facilmente por um profissional do Corpo de Bombeiros.

A mais antiga instituição científica do país abrigava um acervo de mais de 20 milhões de itens que foram consumidos pelo fogo. O Museu Nacional completa 200 anos em 2018 e já foi residência de um rei e de dois imperadores.

Defesa Civil municipal aponta que não há risco de desabamento do palácio que abriga o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, Zona Norte do Rio. Foi o que afirmou em entrevista ao RJTV no fim da manhã desta segunda-feira (3) o coordenador da Defesa Civil do Rio, Luiz André Moreira. Segundo ele, há uma recomendação de interdição momentânea do prédio.

"A fachada por inteiro nós não verificamos indícios de risco estrutural de colapsar. Existe, sim, em função de trincas que ocorreram na fachada e do revestimento, é possível a queda de partes dos revestimentos, de fragmentos dos adornos, dos beirais e da própria esquadria das janelas que estão danificadas devido ao incêndio", disse Moreira.

O coordenador da Defesa Civil disse que o laudo ainda está em fase conclusiva e afirmou que as causas do incêndio serão apontadas pela perícia.

O incêndio de grandes proporções que começou na noite de domingo (2) destruiu todo o interior do prédio, que tem três pavimentos e mais de 9 mil metros quadrados de área útil.


Fonte: globo  |  Edição: Da Redação

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