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Empresário é preso por posse ilegal de arma durante operação da Polícia Federal no Piauí.

Publicada em 21 de Março de 2019 às 16h49 Versão para impressão

Um empresário foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, nessa quarta-feira (20), durante a operação Boca Livre, que investiga fraude que desviou mais de R$ 1 milhão em recursos destinados para a compra de gêneros alimentícios destinados aos alunos da rede estadual de ensino do Piauí no ano de 2014. De acordo com a Polícia Federal (PF), a prisão aconteceu durante o cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão.

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O homem, de 35 anos, foi preso em uma residência no bairro Morros, Zona Leste de Teresina. No local foi encontrada uma pistola calibre .40, que pertenceria à Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI). Foram apreendidas ainda vinte munições, dez calibre 380 e dez do mesmo calibre da arma.

Segundo a Polícia Federal, a prisão foi um flagrante e não tem relação direta com a operação em que o empresário preso é investigado.

Procurada pelo G1, a SSP-PI comunicou que ainda não foi procurada oficialmente que vai determinar apuração de modo imediato para se chegar aos responsáveis e aplicar as medidas cabíveis.

Confira a nota na íntegra:

A Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI) informa que ainda não foi procurada oficialmente pela Polícia Federal sobre a apreensão da arma que supostamente seria de uso exclusivo da Polícia do estado. No entanto, mesmo sem o comunicado oficial e com base na informação divulgada, a SSP-PI esclarece que vai determinar apuração de modo imediato para se chegar aos responsáveis e aplicar as medidas cabíveis.

Boca Livre
A operação aponta que servidores públicos do estado teriam recebido R$ 300 mil em propina para facilitar o contrato de empresas que superfaturou mais de R$ 1 milhão em recursos destinados para a compra de merenda escolar no ano de 2014.

Conforme a Polícia Federal, são investigados depósitos e transferências suspeitas para contas de funcionários responsáveis pelas licitações que resultou na escolha de três empresas pela Secretaria de Educação do Estado do Piauí (Seduc).

A Seduc informou que colabora com a investigação, que a licitação não foi realizada pela atual gestão e que atualmente as unidades escolares têm autonomia para comprar a merenda escolar.

TERESINA
Fonte: globo  |  Edição: Da Redação

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