Governo do Piauí discute redução de gastos e outras reformas administrativas para 2019.

Publicada em 09 de Outubro de 2018 às 18h46 Versão para impressão

Reeleito, o Governador do Piauí, Wellington Dias (PT) já discute com equipes econômicas da base aliada sobre a redução de gastos da máquina administrativa estadual, a partir do ano que vem. O Senador Ciro Nogueira (PP) também reeleito critica e propõe mudanças no governo atual, como reduzir gastos, cortando órgão e cargos.

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“Se não tomarmos as medidas necessárias urgentemente, essas crises vão atingir mais no estado. Daqui a pouco não vamos pagar salário. Nós temos que cortar da nossa carne. Temos que diminuir as estruturas, isso a todos os níveis. O Piauí, por exemplo, tem os poderes mais caros do país, a Assembleia mais cara do país", disse o senador.

"Não tem como mais continuar com o inchado. Nós temos que ter uma quantidade muito grande de secretarias, de estrutura, que foram criadas com uma boa intenção das coisas melhorarem, de se investir mais, mas nós não temos condições de bancar isso”, completou Ciro Nogueira.

Ao longo dos últimos quatro anos e principalmente neste período eleitoral, o governo foi alvo de críticas para a oposição, por aumentar o número de órgãos públicos. Foram criadas dez coordenadorias e convocados 15 suplentes na Assembleia Legislação.

A Deputada Estadual reeleita Teresa Britto (PV), disse que em seu governo, a primeira proposta será reduzir o tamanho da máquina estatal.

“Tem que mudar a forma de administrar o Piauí. O Governador tem que priorizar pessoas técnicas e profissionais que possam realmente enxugar e fazer um bom trabalho. Fazer gestão e administração. Porque nesse mandado dele foi feito muita politica e tem se esquecido de fazer uma gestão eficiente para melhores serviços do Piauí”, falou a deputada.

O Governo Estadual mantém hoje, 60 unidades gestoras e entre esses órgãos estão 21 secretarias e dez coordenadorias. A equipe econômica esteve nessa segunda-feira (8) com o Governador Wellington Dias e trabalhará dois planos, sendo o primeiro emergencial, que visa cumprir o calendário de pagamento até o final deste ano.

“Estamos fazendo todo levantamento de todas as despesas que temos ainda em aberto, incluindo folha de pagamentos, décimo terceiro agora para outubro, novembro e dezembro, os quais são as previsões de receitas que nós temos e ver ajustes para finalizar este ano”, esclareceu Ricardo Pontes, Secretário de Administração.

A segunda missão do governo é ver o que poder ser cortado a partir do ano que vem. “Nossa arrecadação dos últimos quatro anos foi muito aquém do que a gente imaginava. As despesas continuaram subindo. Tiveram vários aumentos salariais que foram dados às categorias. Houve aumento de combustível também. Temos que ver e se adequar a essa nova realidade”, finalizou o Secretário de Administração.

Fonte: globo  |  Edição: Da Redação

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