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Por falta de vagas, pacientes estão sendo internadas na recepção da Maternidade Evangelina Rosa.

Publicada em 07 de Novembro de 2018 às 20h33 Versão para impressão

“Há uma preocupação por parte dos servidores da casa, quando chega o final do ano sem receber os seus salários. E também há uma preocupação do Governo do Estado, da Secretaria de Saúde e da maternidade, em manter a praxe o pagamento até o fechamento do ano financeiro que é até o dia 20 de dezembro”, disse Francisco Macedo, diretor da maternidade.

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Perguntado sobre a falta de medicamentos básicos para pacientes gestantes, o diretor também nega as afirmações. “Nós tivemos um ponte negativo por conta de processos vencidos e de licitações em andamento, que estamos terminando de resolver. Já resolvemos uma grande parte e em 15 dias todo o processo de licitação, de aquisição de insumos, medicamentos, materiais cirúrgicos estejam resolvidos”, declarou o diretor.

Sobre a superlotação, Francisco Macedo informou que há sempre problemas de lotação assim como existem períodos em que sobram vagas. Ele confessou que há problemas no funcionamento adequado da rede. Alega ter recebido entre 50 e 55% de rico baixo e médio risco que podem ser tratados na base, que são os municípios onde as gestantes residem.

TERESINA
Fonte: globo  |  Edição: Da Redação

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