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Selo de Indicação Geográfica torna negócio mais competitivo.

Publicada em 06 de Dezembro de 2018 às 09h24 Versão para impressão

No Brasil, 41 regiões já conquistaram o selo de indicação geográfica concedida pelo INPI. Isso significa que são locais reconhecidos pela fama adquirida por algum produto ou serviço específico daquela área ou ainda pelas características únicas da produção proporcionadas pela cultura local e o meio ambiente. Todas essas IGs fazem parte da quarta edição do Catálogo de Indicações Geográficas Brasileiras.

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As Indicações Geográficas do Piauí, que são produtos marcantes do Estado são: Opala de Pedro II e a cajuína do Piauí. Segue os links das publicações:

Opala

O gerente de Acesso à Inovação e Tecnologia do Sebrae Nacional, Ênio Pinto, ressalta a importância dessas publicações, já que o tema é recente e ainda pouco explorado no Brasil, como alternativa de melhorar a competitividade dos pequenos negócios. "Isso também estimula que outras regiões procurem o Sebrae para buscar o registro da Indicação Geográfica no INPI, usufruindo dos benefícios que esse selo proporciona", afirma Pinto.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também participa do evento. O Instituto está elaborando o primeiro mapa das IGs, delimitando de forma precisa as áreas e as características de cada uma delas. O mapeamento já está pronto e deve ser lançado em dezembro deste ano. "Com estes dados, será possível desenhar as fronteiras de cada IG, o que permitirá obtermos outras informações sobre a população e os recursos naturais que integram a area", destaca Joao Bosco de Azevedo, diretor-adjunto de Geociências do IBGE.

Veja a lista das Indicações Geográficas por região:

Região Sudeste

Espírito Santo: Mármore de Cachoeiro de Itapemirim (IP); panelas de barro de Goiabeiras (IP) e Cacau de Linhares (IP)

Minas Gerais: Queijo de Canastra (IP); café da Região da Serra da Mantiqueira (IP); café da Região do Cerrado Mineiro (IP/DO); cachaça de Salinas (IP); peças artesanais em estanho de São João Del Rei (IP); biscoitos de São Tiago (IP); queijo de Serro (IP)

Rio de Janeiro: Cachaça de Paraty (IP); gnaisse fitado de Pedra Carijó (DO), de Pedra Madeira (DO) e de Pedra Cinza (DO)

São Paulo: Café de Alta Mogiana (IP) e calçados de Franca (IP)

Região Nordeste

Alagoas: Própolis vermelha de Manguezais de Alagoas (DO)

Bahia: Cachaça da Microrregião de Abaíra (IP)

Bahia/Pernambuco: Uvas de mesa e manga do Vale do Submédio São Francisco (IP)

Ceará: Camarão da Costa Negra (DO)

Paraíba: Renda do Cariri Paraibano (IP) e têxteis em algodão colorido da Paraíba (IP)

Pernambuco: Serviços de TI de Porto Digital (IP)

Piauí: Opalas de Pedro II (IP) e cajuína do Piauí (IP)

Rio Grande do Norte: Melão de Mossoró (IP)

Sergipe: Renda de Divina Pastora (IP)

Região Sul

Paraná: Café do Norte Pioneiro (IP)

Rio Grande do Sul: Vinhos de Altos Montes (IP), de Monte Belo (IP), de Pinto Bandeira (IP), do Vale dos Vinhedos (IP/DO) e dos Vales da Uva Goeth (IP); arroz do Litoral Norte Gaúcho (DO); carne bovina e derivados do Pampa Gaúcho da Campanha Meridional (IP); doces finos de Pelotas (IP) e couro acabado do Vale dos Sinos (IP).

Região Norte

Amazonas: Peixes ornamentais do Rio Negro (IP)

Tocantins: Artesanato em capim dourado da Região do Jalapão (IP)

Larissa Teixeira - Com informações da CNI

Fonte: FIEPI  |  Edição: Da Redação

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