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Projeto Corta-Fogo do Ministério Público pretende prevenir incêndios no Piauí.

Publicada em 13 de Julho de 2018 às 15h52 Versão para impressão

O Projeto Corta-Fogo, uma parceria do Ministério Público com o Corpo de Bombeiros, Batalhão de Policiamento Ambiental, Prefeitura, Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semar) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), foi lançado nesta sexta-feira (13). A iniciativa pretende conscientizar a população sobre os incêndios que ocorrem no Piauí, através tanto da prevenção como no combate.

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A promotora Denise Aguiar, uma das idealizadoras do projeto, explicou como a iniciativa funciona e quais regiões serão contempladas. “A gente utilizou dois víeis: um o preventivo com toda essa mídia que a gente produziu e também a parte do combate com reuniões de campo. Aqui em Teresina nos já temos quatro reuniões de campo com as principais localidades que tiveram maior incidência de foco de calor no ano passado, como também nos já estamos indo pra União e o nosso objetivo é se espalhar no estado do Piauí nas principais localidades e municípios que tiveram maior incidência no ano passado”, explicou.

Segundo o coronel Carlos Frederico, no ano de 2015, o número de ocorrências envolvendo incêndio foram 2.052, em um total de quase 19 mil ocorrências. Já em 2016, considerado o ano em que se teve uma maior dificuldade para combater incêndios, de acordo com ele, o número de ocorrências que envolveram incêndio foi 2.665. Em 2017, foram 2.225 focos e um terço deles ocorreu de setembro a dezembro, período do B-R-O-BRÓ e a tendência é que em 2018 haja elevação.

O projeto começa a funcionar nesta sexta-feira (13), porém as ações já começaram antes do lançamento dessa iniciativa. As equipes visitarão áreas de maior incidência para conscientizar sobre as prevenções de incêndio.

Do mês de junho até o momento, o número de ocorrências de incêndio ainda é baixo, sendo de três ocorrências por dia. A partir de setembro, segundo o coronel, esse número deve ficar 10 vezes maior. A zona rural é um dos locais com maior incidência. Em relação ao primeiro semestre de 2017 e o de 2018, o número de queimadas permanece no mesmo.

TERESINA
Fonte: globo  |  Edição: Da Redação

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