Piaui em Pauta

Aécio Neves busca receita para controlar avanço de Eduardo Campos

Publicada em 26 de Abril de 2014 às 08h55


A preocupação é que Campos não cresça demais, a ponto de fazer sombra a Aécio A preocupação é que Campos não cresça demais, a ponto de fazer sombra a Aécio ?A parceria informal tra?ada pelos dois candidatos j? ? tratada por muitos tucanos com data fixa para acabar, t?o logo comece a campanha oficial. Neste contexto, A?cio tem feito movimenta?es que acabaram dificultando a penetra??o de Eduardo Campos em alguns estados. Membros da campanha de Eduardo Campos j? perceberam estes movimentos do tucano e entenderam que s?o causados pelo temor de um crescimento significativo do socialista. Nos bastidores, integrantes do n?cleo do PSB reclamaram bastante da postura de A?cio Neves em rela??o ao fechamento do palanque no Rio Grande do Sul, por exemplo. saiba mais Pr?-candidato do PSC critica gastos com Copa e prega privatiza??o na TV Marina oficializa nesta segunda posto de vice Por religi?o e privatiza??o, PSC lan?a candidato 37% votariam em candidatos indicados por Lula, mostra pesquisa PT pede multa de at? R$ 25 mil a Campos por propaganda antecipada Leia mais sobre Elei?es 2014 Imagem: Reprodu??o/Ag?ncia SenadoA preocupa??o ? que Campos n?o cres?a demais, a ponto de fazer sombra a A?cioA inten??o de Campos era construir seu palanque compondo com a senadora Ana Am?lia, pr?-candidata do PP ao governo do Estado, apesar das rusgas de sua vice, Marina Silva, com a senadora. Enquanto Campos cuidava de contornar o problema internamente, A?cio Neves tratou de se aproximar de Ana Am?lia. O tucano acabou fechando seu palanque em terras ga?chas com o PP, atrapalhando os planos do socialista, que dever? agora costurar sua campanha com o ex-prefeito de Caxias do Sul Jos? Ivo Sartori, candidato do PMDB ao governo do Rio Grande do Sul. Tamb?m irritou a c?pula da campanha socialista o fato de Eduardo Campos ter sido tratado por peemedebistas do Rio de Janeiro como “inimigo” do Estado na quest?o da nova distribui??o dos royalties de petr?leo, discuss?o que consumiu boa parte das disputas no Congresso em 2012 e 2013. O argumento foi usado pelos peemedebistas locais que j? decidiram que ir?o montar o palanque de A?cio Neves no Estado, apesar do alinhamento do ex-governador S?rgio Cabral e de Luiz Fernando Pez?o, candidato ao governo, com a campanha de Dilma Rousseff. De acordo com pessoas mais pr?ximas de Eduardo Campos, o epis?dio envolvendo o Rio de Janeiro o deixou particularmente chateado, principalmente pelo fato de que, na Regi?o Sudeste, o Rio de Janeiro ? considerado o estado menos in?spito ao pernambucano devido ? popularidade de Marina Silva. A preocupa??o de A?cio tem como base as pesquisas de inten??o de voto que apontam decl?nio na aprova??o da presidente Dilma Rousseff sem a migra??o desses votos para sua candidatura. Campos tamb?m n?o cresceu, no entanto, ele poderia ser beneficiado pelo cansa?o do eleitor em rela??o ? velha polariza??o entre PT e PSDB nas elei?es. No Nordeste, A?cio foi bem sucedido na costura que conseguiu manter o PMDB na alian?a entre tucanos e DEM. O PMDB desistiu de lan?ar a candidatura de Geddel Vieira Lima ao governo do Estado. Geddel ficou com a vaga para disputar o Senado. As movimenta?es do tucano tamb?m foram bem sucedidas no Cear?, onde o candidato ao Senado, Tasso Jereissati, ficou respons?vel pela montagem do palanque tucano. Eduardo tem dificuldades neste dois estados. Na Bahia, o PSB lan?ar? a candidatura da senadora L?dice da Mata, sem ter conseguido construir um leque de alian?as. No Cear?, ap?s o rompimento do os irm?os Cid e Ciro Gomes, que migraram para o PROS, o PSB passou a n?o ter uma lideran?a de peso no Estado.

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Fonte: Vooz  |  Publicado por:
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