Piaui em Pauta

Aécio sela união com PMDB no Rio e divide base de Dilma.

Publicada em 23 de Junho de 2014 às 10h55


?Alian?as pol?ticas costuradas nos ?ltimos dias obrigar?o a presidente Dilma Rousseff a dividir com seus principais advers?rios na corrida presidencial o apoio dos dois maiores palanques montados para as elei?es deste ano no terceiro maior col?gio eleitoral do pa?s, o Rio de Janeiro. No domingo (22), o senador mineiro A?cio Neves, candidato do PSDB ? Presid?ncia da Rep?blica, fechou acordo com o PMDB do Riopara entrar na chapa do governador Luiz Fernando Pez?o, um eleitor declarado de Dilma, que concorre ? reelei??o com o apoio do PMDB. saiba mais Dilma recorre a propostas antigas para se opor a A?cio PT lan?a candidatura de Dilma e tenta repetir f?rmula vitoriosa de 2010 Somente 25% dos jovens com 16 e 17 anos tiraram t?tulo de eleitor Um quarto da popula??o n?o tem interesse nas elei?es, diz pesquisa Dilma afaga dissidentes do PMDB com cargo na Caixa Leia mais sobre Elei?es 2014 O acordo foi fechado no apartamento de A?cio no Rio, com a presen?a de Pez?o e seu padrinho pol?tico, o ex-governador S?rgio Cabral. O apoio do PSDB garantir? a Pez?o mais tempo para fazer propaganda no r?dio e na televis?o e a A?cio, estrutura para fazer campanha no Rio. O acerto dever? ser anunciado nesta segunda-feira (23) por Pez?o e pelo presidente do diret?rio estadual do PMDB, Jorge Picciani, principal mentor da aproxima??o com A?cio. No in?cio de junho, ele reuniu 1.500 pessoas num ato de apoio ao presidenci?vel tucano no Rio. Com o PSDB a seu lado, Pez?o ampliar? de 9 minutos para cerca de 12 minutos o tempo de sua coliga??o em cada bloco de 25 minutos de propaganda no hor?rio eleitoral, que come?a em agosto. O acordo com o PMDB ? o segundo golpe sofrido pela base governista no Rio em poucos dias. Na sexta (20), o PSB do ex-governador Eduardo Campos, outro rival de Dilma na elei??o presidencial, selou alian?a com o candidato do PT ao governo estadual, o senador Lindbergh Farias. As duas alian?as enfraquecem a campanha de Dilma, reduzindo o empenho que os candidatos dos dois maiores partidos da base governista poderiam ter na campanha da presidente se n?o tivessem se unido a seus advers?rios. Embora a c?pula do PMDB esteja comprometida com a candidatura de Dilma ? reelei??o, o partido se distanciou do PT em v?rios Estados, num sinal do desconforto que a longa parceria com os petistas causa nas bases do partido. O acordo de Pez?o com A?cio abriu espa?o na chapa do PMDB para outro advers?rio dos petistas, o vereador e ex-prefeito C?sar Maia (DEM), que dever? concorrer ao Senado no lugar do ex-governador Cabral, que deixou o cargo com a popularidade em baixa e agora desistiu da disputa.Com a alian?a de Campos e Lindbergh Faria, o candidato da chapa petista ao Senado ser? o deputado e ex-jogador de futebol Rom?rio (PSB), que j? declarou que n?o votar? em Dilma parapresidente. Contr?rio ? alian?a do PMDB com os tucanos e defensor do alinhamento com o governo federal, mas minorit?rio dentro do partido, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), divulgou nota em que classificou o acordo como um "bacanal eleitoral". "O conjunto de avan?os que o Rio e a popula??o v?m colhendo nos ?ltimos anos ? resultado de uma soma de for?as pol?ticas que t?m trabalhado de maneira coerente", afirmou Paes na nota. Ele fez refer?ncia a declara??o anterior do deputado Alfredo Sirkis (PSB-RJ), que na semana passada chamou de "suruba" a alian?a feita por Campos com Lindbergh. "Depois da suruba, o que se v? agora ? o bacanal eleitoral, e o Rio n?o pode ser v?tima dele", disse Paes. ? Editoria de Arte/Folhapress ?

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Fonte: Vooz  |  Publicado por: Da Redação
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