Exames feitos no laborat?rio refer?ncia da Organiza??o Mundial de Sa?de Animal (OIE), na Inglaterra, para apontar a tipificidade do caso de vaca louca em Mato Grosso, n?o apresentaram diagn?stico conclusivo para a classifica??o. ? o que afirmou, em nota, nesta sexta-feira (09) o Minist?rio da Agricultura, Pecu?ria e Abastecimento (Mapa).
Na nota, o governo reporta ?s explica?es da OIE ap?s conclus?o dos exames. "Todas as caracter?sticas do caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), registrado no Estado de Mato Grosso, indicam se tratar de um caso at?pico, apesar de n?o haver um diagn?stico conclusivo que possa ser usado para classific?-lo de forma inequ?voca at? o momento". saiba mais Ap?s vaca louca, Brasil vai intensificar fiscaliza??o no gado Brasil amea?a a??o na OMC sobre restri?es por vaca louca Governo confirma que n?o houve caso de vaca louca no Brasil Leia mais sobre Vaca louca no Brasil
Conforme o governo brasileiro, "todas as informa?es observadas e o exame (immunopathology) n?o mostram nenhuma das caracter?sticas que apontariam para um caso cl?ssico da enfermidade".
Desde a confirma??o da doen?a, pelo menos dois pa?ses decidiram impor embargos tempor?rios ? carne. O primeiro a restringir as compras do Brasil pelo per?odo de 180 dias foi o Peru, cujas importa?es se resumem ? mi?dos de bovinos, expressando pouco peso na balan?a comercial.
J? o Egito decidiu impor embargo, tamb?m por seis meses, ? carne de Mato Grosso. Na pauta das exporta?es mato-grossenses do complexo (tanto in natura quanto industrializada) o volume destinado ao pa?s representou 10,1% da receita total e outros 13,6% em volume.
O animal
A f?mea doente era criada em uma propriedade rural de Porto Esperidi?o, mas apenas no frigor?fico em S?o Jos? dos Quatro Marcos apresentou os sintomas, ap?s ser encaminhada ao abate, em 19 de mar?o. O animal foi sacrificado e uma amostra de material encef?lico encaminhada para avalia??o.
Tantos os exames feitos em laborat?rio agropecu?rio nacional (Lanagro) quanto na Inglaterra, pela Organiza??o Mundial de Sa?de Animal (OIE), acusaram a presen?a da prote?na pr?on, que ? o mal causador da doen?a.
O Brasil ainda espera os resultados para a tipificidade do caso, ou seja, se foi t?pico ou at?pico. O governo brasileiro afirma ser o epis?dio at?pico, j? que o animal criado a pasto n?o morreu em fun??o da doen?a, mas a desenvolveu de forma isolada.