Publicada em 20 de Junho de 2014 às 18h00
Homens das forças armadas
O governo j? come?a a preparar o esquema de seguran?a para a final da Copa do Mundo, no Maracan?, no dia 13 de julho, e prev? o uso das For?as Armadas, al?m da Pol?cia Federal. O portal Estad?o apurou que as for?as que est?o hoje deslocadas em diversas sedes pelo Pa?s ser?o realinhadas para atuar na capital fluminense.
Imagem: Dida Sampaio/ Estad?oClique para ampliarHomens das for?as armadas Se a final j? seria uma partida de alto risco, os resultados da Copa indicam que n?o ser? imposs?vel uma decis?o entre duas sele?es sul-americanas. Na pr?tica, isso significaria a invas?o da cidade por torcedores de ambas as sele?es. Entre os cen?rios est? uma poss?vel final entre Brasil e Argentina ou Brasil e Uruguai.
Fontes do governo confirmaram que, at? a final, o refor?o da seguran?a ocorrer? com outras for?as, incluindo a Pol?cia Militar. A Fifa n?o quer a militariza??o da Copa e resistiu ? proposta do governo. Mas teve de ceder em rela??o ? final. Nos ?ltimos dias, uma crise foi instalada entre a Fifa e o governo, com a entidade acusando as autoridades de falhar na seguran?a do evento. Em dois jogos, o Maracan? registrou duas invas?es.
O n?mero final de homens para a decis?o da Copa ainda n?o est? definido. Mas o que est? certo ? de que o refor?o vir? de todas as regi?es do Pa?s. No in?cio da noite desta sexta-feira, no Rio, uma reuni?o entre o ministro da Justi?a, Jos? Eduardo Cardozo, For?as Armadas e Fifa vai definir o esquema de seguran?a para o restante da Copa.
Al?m da prote??o de torcedores e da "Fam?lia Fifa", o que est? levando o governo a usar as For?as Armadas ? o fato de que um n?mero cada vez maior de chefes de Estado est?o indicando ao Itamaraty e ao Pal?cio do Planalto que planejam viajar ao Rio de Janeiro para a final.
Al?m da presidente Dilma Rousseff, a presen?a dos presidentes da R?ssia, China, ?frica do Sul e de v?rios pa?ses sul-americanos come?a a ser considerada como praticamente certa.
Antes de a Copa come?ar, o clima de incerteza em rela??o aos protestos inibiu a viagem de presidentes ao Brasil. Na abertura, apenas sete deles estavam na tribuna de honra e, ainda assim, de pa?ses que nem sequer estavam no Mundial. Mas a constata??o de que as manifesta?es n?o aconteceram incentivou as chancelarias a confirmar a viagem de seus l?deres de governo.