Publicada em 04 de Junho de 2014 às 12h30
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Em um clima de patrulha, a China relembra nesta quarta-feira (4) o anivers?rio de 25 anos do massacre na pra?a da Paz Celestial, em Pequim.
A imagem do homem solit?rio desafiado uma fila de tanques se tornou o s?mbolo do movimento pr?-democracia que durou sete semanas e foi derrotado pelo Ex?rcito.
As autoridades chinesas montaram um forte esquema de patrulha para toda a cidade de Pequim e far? controles mais severos a todos que pretendem visitar a pra?a nesta quarta (4).
Alguns jornalistas estrangeiros que tentaram chegar ? pra?a foram impedidos, enquanto a rede de Internet permanece lenta e o Google, inacess?vel.
Nas ?ltimas semanas, de acordo com fontes locais, ao menos 200 pessoas foram presas ou obrigadas a sa?rem da capital chinesa para evitar qualquer tipo de refer?ncia ao massacre.
O Partido Comunista Chin?s define o movimento democr?tico de 1989 um "mote contrarrevolucion?rio" e se recusa a discutir o massacre e a esclarecer quantas pessoas foram mortas na noite entre o dia 3 e 4 de junho daquele ano. Grupos humanit?rios, por sua vez, afirmam que s?o centenas as v?timas, talvez milhares.
Como todos os anos, uma vig?lia em homenagem aos mortos ocorre no Victoria Park di Hong Hong. Os organizadores prev?em a participa??o de mais de 150 mil pessoas.