Piaui em Pauta

PSB sela acordo para lançar Marina Silva no lugar de Eduardo Campos

Publicada em 16 de Agosto de 2014 às 09h49


Roberto Amaral e Luiza Erundina, do PSB, no prédio onde Marina Silva está hospedada em São Paulo Roberto Amaral e Luiza Erundina, do PSB, no prédio onde Marina Silva está hospedada em São Paulo Imagem: Zanone Fraissat/FolhapressRoberto Amaral e Luiza Erundina, do PSB, no pr?dio onde Marina Silva est? hospedada em S?o Paulo O PSB superou as diverg?ncias internas e selou acordo para lan?ar Marina Silva ? Presid?ncia da Rep?blica no lugar de Eduardo Campos. Ela concordou com a invers?o da chapa e dever? ser anunciada oficialmente na pr?xima quarta-feira (20). O novo presidente do PSB, Roberto Amaral, era visto como ?ltimo entrave ao acerto. Sob forte press?o de correligion?rios, ele se convenceu a apoiar Marina, que disputou o Planalto em 2010 pelo PV. O PSB agora discutir? a indica??o do novo vice na chapa presidencial. O deputado ga?cho Beto Albuquerque, hoje candidato ao Senado, ? o mais cotado para a vaga. "A candidatura de Marina contempla nosso projeto. Ser? uma solu??o de continuidade. O PSB indicar? o novo vice", disse Amaral. Depois de uma reuni?o com Marina, o coordenador da Rede Sustentabilidade, Bazileu Margarido, confirmou ? reportagem que ela aceita disputar a Presid?ncia. "Com o OK do PSB, ela est? ? disposi??o para ser a candidata", disse. Por respeito ? mem?ria de Campos, o an?ncio oficial da nova chapa s? dever? ser feito tr?s dias depois do enterro, programado para o domingo (17), em reuni?o da executiva nacional do PSB. A negocia??o se acelerou ap?s Marina receber apoio p?blico da fam?lia do ex-governador de Pernambuco. Segundo aliados, ela se sentiu revigorada ao conversar com a vi?va Renata Campos, que a incentivou a concorrer. Ex-ministro da Ci?ncia e Tecnologia no governo Lula e considerado pr?ximo ao PT, Roberto Amaral visitou Marina na tarde desta sexta (15). Com seu aval, come?ou a consultar os governadores do PSB sobre a invers?o da chapa. Ele quer dar car?ter coletivo ? decis?o e agora buscar? entendimento sobre o vice at? a reuni?o da executiva. "Vou fazer um trabalho de afunilamento. O ideal ? chegar com dois nomes. Ou um", disse. Al?m de Albuquerque, que se aproximou de Marina desde que ela aderiu ? candidatura de Campos, s?o vistos como alternativas o deputado J?lio Delgado (PSB-MG), o ex-deputado Maur?cio Rands (PSB-PE) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), ex-ministro da Integra??o Nacional no governo Dilma Rousseff. Marina sinalizou ao PSB que respeitar? as duas principais exig?ncias do partido: respeitar os acordos regionais fechados ? sua revelia, em Estados como Rio e S?o Paulo, e incorporar o discurso desenvolvimentista. A ex-senadora disse a pessoas pr?ximas que pretende conduzir a campanha da mesma forma que Campos a conduziria, atuando como l?der de uma coliga??o, e n?o apenas da Rede, o futuro partido que ela quer criar. Embora tenha se recusado a falar publicamente sobre pol?tica, em respeito ao luto pelo ex-governador, repetiu a aliados que era preciso manter o projeto da chapa. Ela disse que o PSB foi generoso ao abrigar a Rede em 2013, quando a Justi?a Eleitoral negou registro ao partido, e agora ? a hora de retribuir. "A candidatura de Marina contempla nosso projeto. Ser? uma solu??o de continuidade. O PSB indicar? o novo vice", disse Amaral ? Folha. Depois de uma reuni?o com Marina, o coordenador da Rede Sustentabilidade, Bazileu Margarido, confirmou ? reportagem que ela aceita disputar a Presid?ncia. "Com o OK do PSB, ela est? ? disposi??o para ser a candidata", disse. Por respeito ? mem?ria de Campos, o an?ncio oficial da nova chapa s? dever? ser feito tr?s dias depois do enterro, programado para o domingo (17), em reuni?o da executiva nacional do PSB. A negocia??o se acelerou ap?s Marina receber apoio p?blico da fam?lia do ex-governador de Pernambuco. Segundo aliados, ela se sentiu revigorada ao conversar com a vi?va Renata Campos, que a incentivou a concorrer. Ex-ministro da Ci?ncia e Tecnologia no governo Lula e considerado pr?ximo ao PT, Roberto Amaral visitou Marina na tarde desta sexta (15). Com seu aval, come?ou a consultar os governadores do PSB sobre a invers?o da chapa. Ele quer dar car?ter coletivo ? decis?o e agora buscar? entendimento sobre o vice at? a reuni?o da executiva. "Vou fazer um trabalho de afunilamento. O ideal ? chegar com dois nomes. Ou um", disse. Al?m de Albuquerque, que se aproximou de Marina desde que ela aderiu ? candidatura de Campos, s?o vistos como alternativas o deputado J?lio Delgado (PSB-MG), o ex-deputado Maur?cio Rands (PSB-PE) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), ex-ministro da Integra??o Nacional no governo Dilma Rousseff. Marina sinalizou ao PSB que respeitar? as duas principais exig?ncias do partido: respeitar os acordos regionais fechados ? sua revelia, em Estados como Rio e S?o Paulo, e incorporar o discurso desenvolvimentista. A ex-senadora disse a pessoas pr?ximas que pretende conduzir a campanha da mesma forma que Campos a conduziria, atuando como l?der de uma coliga??o, e n?o apenas da Rede, o futuro partido que ela quer criar. Embora tenha se recusado a falar publicamente sobre pol?tica, em respeito ao luto pelo ex-governador, repetiu a aliados que era preciso manter o projeto da chapa. Ela disse que o PSB foi generoso ao abrigar a Rede em 2013, quando a Justi?a Eleitoral negou registro ao partido, e agora ? a hora de retribuir.

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Fonte: Vooz  |  Publicado por:
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