Publicada em 23 de Junho de 2014 às 07h26
O PSOL oficializou a candidatura da ex-deputada Luciana Genro (RS) à Presidência da República durante convenção do partido em Brasília
Imagem: O GloboO PSOL oficializou a candidatura da ex-deputada Luciana Genro (RS) ? Presid?ncia da Rep?blica durante conven??o do partido em Bras?lia?
O PSOL lan?ou neste domingo a candidatura da ex-deputada federal Luciana Genro ? Presid?ncia propondo uma auditoria na d?vida externa do pa?s, a discuss?o sobre a descriminaliza??o da maconha e uma reforma tribut?ria para aumentar a taxa??o para os mais ricos.
Luciana assumiu a candidatura depois que o senador Randolfe Rodrigues (AP) desistiu da indica??o. Ele havia sugerido que o deputado estadual Marcelo Freixo (RJ) o substitu?sse, mas este declinou do apoio e indicou Luciana como representante do partido na disputa. O nome dela foi aprovado por unanimidade dos presentes. No entanto, n?o compareceram ? conven??o nacional o pr?prio Randolfe e os deputados Ivan Valente (SP) e Jean Wyllys (RJ). Para Luciana, a aus?ncia desses nomes n?o significa um racha na sigla.
- Temos diverg?ncias e embates, mas conseguimos uma vit?ria por unanimidade na escolha da chapa e do programa de governo. Estaremos unidos na campanha - afirmou.
Em seu discurso para os membros do PSOL que estiveram na conven??o, em Bras?lia, Luciana disse que o partido quer ser a express?o dos protestos que ocorreram no pa?s no ano passado. Militantes gritavam: "a voz de junho est? presente, Luciana Genro presidente". Depois, em entrevista, ela amenizou a declara??o, ao declarar que a legenda quer dar voz aos manifestantes.
- Seria muita pretens?o dizer que ser?amos a voz das manifesta?es, mas queremos dar vossas ?s pretens?es.
Ela criticou os candidatos Dilma Rousseff (PT), A?cio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), dizendo que os tr?s representam projetos burgueses.
- O PSDB ? um retrocesso ao neoliberalismo, o PT ? o continu?smo do que est? a? e o Eduardo Campos n?o sabe se quer retroceder; ele n?o ? a terceira via -, atacou.
Para ela, os tr?s oponentes ir?o fazer ajustes que acabar?o prejudicando a maioria dos trabalhadores.
- Eles divergem na forma, mas t?m unidade de pensamento de que ? necess?rio descontar a conta nas cotas do povo.