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Setor de transportes do PAC avançou graças às concessões, avalia ministro

Publicada em 27 de Junho de 2014 às 16h20


O ex-ministro dos Transportes, C?sar Borges, afirmou que o setor privado foi importante para os avan?os do Programa de Investimentos em Log?stica (PIL), criado para promover concess?es de infraestrutura em rodovias, ferrovias, aeroportos e portos brasileiros. A an?lise foi feita hoje (27), durante o d?cimo balan?o da segunda etapa do Programa de Acelera??o do Crescimento (PAC 2), cuja execu??o no setor de transportes alcan?ou R$ 58,9 bilh?es. C?sar Borges deixou o minist?rio ontem (26), para assumir ? Secretaria de Portos. Ele foi substitu?do por Paulo S?rgio Passos. O documento que sintetiza as a?es do programa volta a apresentar como adequado o projeto do trem de Alta Velocidade (TAV). No ?ltimo balan?o, em fevereiro, o mesmo carimbo foi considerado pelo governo, apesar de o leil?o do TAV j? ter sido adiado em tr?s ocasi?es diferentes no passado. De acordo com o balan?o apresentado, foram finalizados, at? abril deste ano, 3003 quil?metros de rodovias e 1053 quil?metros de ferrovias. No setor portu?rio, 22 empreendimentos foram conclu?dos, e a capacidade de atendimento dos aeroportos aumentou em 15 milh?es de passageiros. Segundo C?sar Borges o “sucesso” das seis concess?es j? promovidas at? o momento para a moderniza??o e administra??o de rodovias se deve em parte ? confian?a depositada no setor privado. O Ministro da Secretaria dos Portos, C?sar Borges disse que foram finalizados, at? abril deste ano, 3003 quil?metros de rodovias e 1053 quil?metros de ferrovias. Elza Fi?za/Ag?ncia Brasil “Avan?amos bastante nesse programa, porque tivemos entendimento que governo n?o queria colocar camisa de for?a no setor privado. Muito pelo contr?rio, n?s quer?amos dar atratividade ao programa de tal forma que o setor tivesse seguran?a e vis?o que est? a? um programa interessante para o pa?s, e que pudesse haver competitividade na hora dos leil?es lan?ados”, declarou. Desde dezembro do ano passado, foram assinados contratos de concess?es com cons?rcios que venceram os editais lan?ados pelo governo, para obras em rodovias como as BRs - 050, 060, 163, 040 e 163, o que de acordo com o ministro vai promover investimentos de R$ 32,6 bilh?es durante o prazo de explora??o (30 anos). C?sar Borges explicou que o fato de o PIL n?o ser est?tico fez com que projetos para novas concess?es fossem lan?ados. “N?s vamos fazendo uma intera??o com mercado, conversando, vendo onde est? a demanda, onde est? o fluxo das cargas brasileiras, o escoamento das cargas”, disse. Sobre as concess?es j? realizadas, o ministro sintetizou que foi poss?vel alcan?ar uma extens?o de 4.873 quil?metros nos seis trechos leiloados, sendo que ser?o 3.438 quil?metros duplicados em cinco anos. "Este ano temos R$ 4,3 bilh?es nas concess?es realizadas no Brasil, sendo que do PIL ser?o R$ 2,2 bilh?es de investimentos”, ressaltou, informando que o des?gio m?dio das concess?es foi de 52% e a tarifa m?dia do ped?gio ser? R$ 3,68. “Alcan?amos modicidade tarif?ria e elevados investimentos em curto prazo, o que vai trazer benef?cios significativos para as cargas, e para o usu?rio melhor condi??o de seguran?a e rapidez no trajeto das nossas estradas”, considerou. Em fala pontuada por agradecimentos ao apoio que recebeu de toda a equipe do governo, durante o per?odo que ocupou a Secretaria de Portos, Antonio Henrique Silveira destacou que o processo de autoriza??o de terminais de uso privado “deslanchou de dezembro pra c?”. Ap?s transmitir o cargo para o ministro C?sar Borges, Henrique Silveira passa a ocupar a secretaria executiva da pasta. Segundo ele, essas novas autoriza?es de contratos perfazem um volume de investimento de R$ 9,1 bilh?es para os pr?ximos anos. “Traduzindo esse investimento em termos de capacidade ? como se nos ?ltimos sete meses tiv?ssemos autorizado uma quantidade similar ao Porto de Santos, espalhado pelo pa?s em todas as regi?es inclusive no Centro-Oeste”, disse. Na ocasi?o, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior disse que n?o haver? problemas de descontinuidade dos projetos do PAC 2 com a troca de ministros. Ela enfatizou que as equipes dos minist?rios envolvidos com o programa v?o permanecer. “N?o acreditamos que teremos problemas nesta reta final de entrega das obras”, disse.

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Fonte: Vooz  |  Publicado por:
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