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Polícia prende suspeito de participar de assassinato da PM desaparecida em SP.

Publicada em 07 de Agosto de 2018 às 07h37 Versão para impressão

Um suspeito de envolvimento no assassinato da policial Juliane dos Santos Duarte foi preso na Zona Sul de São Paulo na tarde desta segunda-feira (6). Ele irá ficar preso temporariamente por 15 dias.

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O suspeito, de 45 anos, está preso no 89º DP no Portal do Morumbi. Segundo o delegado plantonista, o nome do suspeito é Everaldo Severino da Silva, conhecido pelo apelido "Sem Fronteira". De acordo com a polícia, ele foi preso em Paraisópolis e correu após ver os policiais. O suspeito tentou se desfazer de três celulares que estavam com ele.

Um segundo suspeito também foi detido nesta segunda, prestou depoimento à polícia e foi liberado. A Polícia Militar deteve os dois homens nesta segunda-feira (6) após o recebimento de uma denúncia anônima.

A Secretaria de Segurança Pública de SP chegou a oferecer uma recompensa de R$ 50 mil por informações que levassem à descoberta do paradeiro da policial.

O corpo da policial Juliane dos Santos Duarte foi encontrado dentro do porta-malas de um carro, por volta das 19h50 desta segunda-feira (6), na Rua Cristalino Rolim de Freitas, no Bairro Campo Grande, na Zona Sul de São Paulo. O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) Central e foi reconhecido pelos familiares da vítima.

Desaparecimento
Juliane, que tinha 27 anos, desapareceu na semana passada na comunidade de Paraisópolis, também na Zona Sul. A distância entre os locais é de cerca de 8 quilômetros. Segundo a PM, uma calça camuflada como a que ela usava estava no veículo.

A policial foi a Paraisópolis na última quarta (1º) comemorar o nascimento do bebê de um casal de amigos. Em seguida, foi para um bar, e lá bandidos descobriram que ela era PM.

Uma testemunha disse que, por volta das 3 horas, ao retornar do banheiro, ela teria escutado alguém reclamar do sumiço de um aparelho celular. Neste momento, “sacou a arma da cintura e colocou sobre a mesa, dizendo que ninguém sairia do local até que o celular aparecesse, identificando-se como policial”.

Cerca de 40 minutos depois, de acordo com as amigas que estavam com Juliane, quatro homens invadiram o local, sendo três encapuzados, portando armas de fogo. A policial, segundo o relato, foi baleada duas vezes e levada pelos homens.

Moto localizada
A moto da policial foi localizada na quinta (2) em Pinheiros, na Zona Oeste. Câmeras de segurança registraram o momento em que um homem deixa o veículo no local, escoltado por outros três suspeitos em duas motos.


A polícia já identificou o homem que abandonou a moto, mas ele ainda não foi preso. Impressões digitais encontradas por peritos podem ajudar na investigação.

Juliane morava em São Bernardo do Campo com a mãe e a irmã, trabalhava na Polícia Militar havia dois anos, no turno da noite, e estava de férias. Seus colegas dizem que ela era disciplinada, dedicada e muito querida por todos.

Fonte: globo  |  Edição: Da Redação

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