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Dinheiro gasto em contratação de Neymar inclue cafés, orgias e prostitutas, segundo Laor.

Publicada em 30 de Maio de 2014 às 18h00 Versão para impressão

O ex-presidente do Santos, mandatário do clube em sete títulos da história santista recente, entre eles a Copa do Brasil (2010), a Recopa Sul-Americana (2013) e a Libertadores de 2011, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, Laor como é popularmente conhecido, sobreviveu após graves problemas de saúde que quase o levaram à morte. Aos 71 anos, 41kg mais magro, o dirigente, revelou os bastidores da venda de Neymar para o Barcelona e mágoa com Odílio Rodrigues, atual presidente. "Estive praticamente morto. Estou com 82kg. No auge de euforia do Santos estava com 123kg. Eu revivi. Estou me sentindo bem, não sinto falta de ar", disse Laor em entrevista à ESPN.com.br. Ainda no final de 2012, Laor se afastou da presidência do clube paulista. As doenças no coração e no pulmão foram se agravando e se tornaram crônicas. O ex-presidente revelou que os 90 milhões de euros, tão falados na imprensa nacional e internacional, da transação entre Santos e Barcelona, pelo camisa 10 da Seleção Brasileira são exagerados, mas que gastos incluem cafés, orgias e prostitutas. "Nesses 90 milhões de euros estavam incluídos o dinheiro do cafezinho do pai do Neymar e uma orgia no hotel Piccadilly, em Londres. Porque ele [pai do Neymar] cobra qualquer coisa. Ele nunca me pagou um café. E eu paguei uns 200 cafés para ele. Então esses 90 milhões são exagerados. Isso inclui p... [prostituta]. Inclui um jatinho para levar ele para o jogo em Florianópolis naquela partida que veio da Seleção. Dinheiro não faltava. Tinha o Cury, um assessor do Barcelona, que tinha ordem para gastar da forma que quisesse com o Neymar", acrescentou o ex-presidente do Santos. "Achava que o pai do Neymar era meu amigo. Mas hoje não quero ver na frente do meu carro, pois senão ao invés de brecar eu acelero. Não estendo a mão para ele. E, se estender, é para dar uma porrada", continuou ele. "É um mentiroso, aproveitador, só pensava em dinheiro. Para se ter uma ideia, nos últimos contratos ele exigiu uma cláusula na qual o clube deveria pagar passagem de avião de primeira classe para ele e duas de classe executiva para os assessores dele para ver o Neymar jogar lá fora. Fosse pela Seleção, fosse pelo Paulista de Jundiaí. Um cara com a grana que ele tem... Ganhava R$ 3 milhões por mês. Tinha iate de 70 pés. Duas casas no Jardim Acapulco, vizinhas de muro para o moleque fazer farra e a mãe poder ir sem precisar ver as farras. Tinha casa em Camboriú em Santa Catarina. Então fiquei decepcionado. É mau-caráter, mentiroso, duas caras. Veio aqui em casa, o recebi... Mas esse é o lado triste que procuro esquecer do futebol", revelou o ex-presidente. "O pai foi sacana. Mas o Neymarzinho é um garoto. Do bem. Sorridente. Meu amigo. Aceitou ficar os três anos comigo, pois o pai não queria. Sempre tivemos boa relação. Sempre fiz todas as vontades dele. Então quando o Neymarzinho deu essa declaração dizendo que ficou decepcionado comigo é porque chamei o pai dele de mentiroso e falso. E que não o considerava mais meu amigo para o resto da vida. O filho reage. E estou pouco me lixando. A vida dele é cheia de dinheiro. Ele ainda tem uma carreira razoável pela frente, mas um dia acaba. Um dia entra em decadência", ponderou ele. Laor ainda soltou o verbo sobre Odílio Rodrigues, atual presidente santista, que na visão dele, não o respeitou após seu afastamento do clube e também não o consultou sobre a contratação de Leandro Damião. "Uma coisa que o Odílio fez e eu realmente não gostei foi que no dia que eu renunciei ele demitiu todos os profissionais que eu tinha contratado. Tinha que me dar satisfação, não me deu. Como no caso do Leandro Damião. Nem um telefonema para perguntar o que eu acho. Acho estranho um cara como eu, ter ganho os titulos que ganhei, não ter recebido uma única consulta", concluiu ele.

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Fonte: Vooz  |  Edição: Da Redação

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