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Felipe Melo aceita pressão e vê Palmeiras mais preparado em 2018.

Publicada em 24 de Maio de 2018 às 23h43 Versão para impressão

Um dia após participar do empate com o América-MG, que classificou o Palmeiras para as quartas de final da Copa do Brasil, Felipe Melo foi convidado do Seleção SporTV desta quinta-feira. Na Academia de Futebol, o volante do Verdão comentou sobre a pressão da torcida palmeirense, mas também do mundo do futebol em geral, sobre o desempenho do Verdão na temporada.

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– A pressão tem que existir porque jogamos num dos maiores clubes das Américas, temos que lidar da melhor forma. Trabalhamos bastante para buscar nosso objetivo de levantar troféus. Quando chegam jogadores de nome, de nível de seleção, a cobrança aumenta e tem que ser assim mesmo. Acho que aqui todos sabemos lidar. Às vezes vem uma situação do externo de ter que ganhar, mas esquecemos que existem outros grandes clubes, outros grande elencos. Estamos brigando, estamos aqui lutando, trabalhando e nos cobrando – disse o volante.

Finalista do Paulistão, o Palmeiras acabou perdendo o título estadual em casa, em disputa com o rival Corinthians. No Brasileirão, mais uma derrota contra o time alvinegro motivou manifestação de alguns torcedores na porta da Academia de Futebol e fez a principal organizada do clube pedir a saída do técnico Roger Machado – vale lembrar que o Palmeiras é o melhor classificado para as oitavas da Libertadores.


Na última quarta-feira, a derrota parcial contra o América-MG, que ia levando a decisão da vaga nas quartas de final da Copa do Brasil para os pênaltis, fez com que torcedores vaiassem a equipe na saída para os vestiários.

– Quando você se coloca do lado do torcedor e vê perdendo seis, sete clássicos, a gente entende. Sou torcedor quando não estou dentro de campo e sou muito crítico. É uma situação que se entende. (Contra o América) Não vi a organizada vaiar, vi outra parte. Não tem jeito, não dá para agradar a todos, mas vejo a torcida parceira. Ano passado saímos precocemente do Paulista e não vimos vaias. Ano passado saímos da Copa do Brasil e não vimos vaias. Esse ano perdemos o Paulista em casa, jogamos contra o Boca, e o estádio estava lotado. Faz parte essa situação: quando você não vence, quando perde o clássico, a cobrança é normal. O importante é eles (torcedores) estarem presente, fazendo o papel deles quando a bola estiver rolando. A gente só para com isso vencendo e levantando canecos – afirmou o volante.
Fonte: globo  |  Edição: Claudete Miranda

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