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Marcelo Barreto: Levir "encaretou" Santos e mandou resolver na individualidade.

Publicada em 30 de Outubro de 2017 às 11h12 Versão para impressão

No último sábado, após a derrota para o São Paulo por 2 a 1, no Pacaembu, o técnico Levir Culpi acabou demitido do Santos. Elano assumiu interinamente e ficará até o fim do Brasileirão. O resultado acabou, após os resultados dos jogos de domingo da 31ª rodada, impedindo o Peixe de se aproximar do líder, o Corinthians, que também tropeçou - a Ponte Preta ganhou a partida em Campinas por 1 a 0. O comentarista Marcelo Barreto achou que Levir foi conservador demais e apostou na individualidade da equipe.

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- O Levir, se a gente for pensar, encaretou o time do Santos. O trabalho do Dorival Júnior tinha chegado no meio de uma encruzilhada, não conseguia avançar, começou a apresentar alguns defeitos que ele não soube corrigir, e aí veio o Levir. Você sempre acha que o Levir vai trazer uma visão um pouco mais conservadora, porque é a visão dele. Mas com o Santos ele fez o mais conservador possível. Ele trancou um pouco mais o meio de campo, afastou um pouco mais os setores e mandou resolver na individualidade.
O comentarista Raphael Rezende citou a boa fase do goleiro Vanderlei como um dos exemplos do talento individual livrando o time das falhas do sistema defensivo.
- Tem uma defesa pouco vazada muito baseada no campeonato do Vanderlei. Não é um time que entrega poucas chances ao adversário. É um time que tem um goleiro que passou boa parte do campeonato fazendo milagres.

Apesar de ter sido contra a demissão de Levir Culpi, Raphael Rezende criticou o trabalho do treinador à frente do Santos. E fez uma comparação com o Peixe de Dorival Jr.
- A campanha do Santos, a pontuação do Santos, não tem relação com o rendimento. O time não joga nada. Coletivamente, o time é muito ruim. Aí tem o outro lado. Em quatro meses, não dá para fazer essa cobrança. Eu não teria mandado embora o Levir Culpi agora. Mas não acho que o trabalho seja bom. Aquele debate entre ficar com a bola e gostar da bola, não gostar. O Santos do Dorival ficava com a bola. Tinha meta de porcentagem. meta de número de passes trocados dentro do jogo.
Levir chegou ao Santos no dia 6 de julho. Foram 31 jogos, 14 vitórias, 12 empates e cinco derrotas. Aproveitamento de 58%. O contrato do treinador terminaria em dezembro. Os salários seguirão sendo pagos até o fim do ano.
O Santos volta a campo no próximo sábado, pela 32ª rodada do Brasileirão, em casa, na Vila Belmiro, diante do Botafogo.
Fonte: globo  |  Edição: Claudete Miranda

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