
O pedido da PF, protocolado sob sigilo, chegou ao gabinete de Fachin no fim de mar?o, de acordo com fontes do STF. Relator da investiga??o, o ministro enviou o processo para uma manifesta??o de Raquel Dodge. Os autos foram devolvidos ao gabinete h? duas semanas.
A investiga??o apura entregas de dinheiro feitas no escrit?rio do advogado Jos? Yunes, amigo de Temer, e tamb?m pagamentos no Rio Grande do Sul, que seriam destinados a Padilha. Entregadores da Odebrecht j? reconheceram o escrit?rio de Yunes como um dos endere?os onde efetuaram as entregas de dinheiro vivo.
De acordo com a dela??o dos executivos da Odebrecht, houve um acerto da empreiteira de repassar R$ 10 milh?es para o PMDB em 2014, ano no qual Temer era candidato ? vice-presid?ncia na chapa de Dilma Rousseff. O acerto foi selado em um jantar no Jaburu. Parte desse dinheiro teria abastecido a campanha de Paulo Skaf ao governo de S?o Paulo, enquanto o restante teria sido captado por Eliseu Padilha. Yunes j? confirmou ? PF que recebeu um envelope em seu escrit?rio a pedido de Padilha.
No outro inqu?rito do qual ? alvo, que apura suspeitas de pagamento de propina do setor portu?rio, Temer teve seus sigilos banc?rio e fiscal quebrados por autoriza??o do ministro do STF Lu?s Roberto Barroso, mas n?o houve pedido de quebra de sigilo telef?nico. Assim como desta vez, Raquel Dodge tinha se posicionado contr?ria ?s quebras de sigilo banc?rio e fiscal de Temer, mas Barroso seguiu o pedido inicial feito pela Pol?cia Federal.
O pedido da PF, protocolado sob sigilo, chegou ao gabinete de Fachin no fim de mar?o, de acordo com fontes do STF. Relator da investiga??o, o ministro enviou o processo para uma manifesta??o de Raquel Dodge. Os autos foram devolvidos ao gabinete h? duas semanas.
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A investiga??o apura entregas de dinheiro feitas no escrit?rio do advogado Jos? Yunes, amigo de Temer, e tamb?m pagamentos no Rio Grande do Sul, que seriam destinados a Padilha. Entregadores da Odebrecht j? reconheceram o escrit?rio de Yunes como um dos endere?os onde efetuaram as entregas de dinheiro vivo.
De acordo com a dela??o dos executivos da Odebrecht, houve um acerto da empreiteira de repassar R$ 10 milh?es para o PMDB em 2014, ano no qual Temer era candidato ? vice-presid?ncia na chapa de Dilma Rousseff. O acerto foi selado em um jantar no Jaburu. Parte desse dinheiro teria abastecido a campanha de Paulo Skaf ao governo de S?o Paulo, enquanto o restante teria sido captado por Eliseu Padilha. Yunes j? confirmou ? PF que recebeu um envelope em seu escrit?rio a pedido de Padilha.
No outro inqu?rito do qual ? alvo, que apura suspeitas de pagamento de propina do setor portu?rio, Temer teve seus sigilos banc?rio e fiscal quebrados por autoriza??o do ministro do STF Lu?s Roberto Barroso, mas n?o houve pedido de quebra de sigilo telef?nico. Assim como desta vez, Raquel Dodge tinha se posicionado contr?ria ?s quebras de sigilo banc?rio e fiscal de Temer, mas Barroso seguiu o pedido inicial feito pela Pol?cia Federal.
tro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta quinta-feira a quebra de sigilo telef?nico do presidente Michel Temer, solicitada pela Pol?cia Federal (PF) no inqu?rito que investiga o repasse de R$ 10 milh?es da Odebrecht para o MDB. Fachin, contudo, autorizou a medida contra os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energias), alvos da mesma investiga??o.
A decis?o de Fachin segue o posicionamento da procuradora-geral da Rep?blica, Raquel Dodge, que refor?ou o pedido feito pela PF em rela??o a Padilha e Moreira, mas n?o defendeu a mesma medida contra Temer.