
Reeleito, o Governador do Piau?, Wellington Dias (PT) j? discute com equipes econ?micas da base aliada sobre a redu??o de gastos da m?quina administrativa estadual, a partir do ano que vem. O Senador Ciro Nogueira (PP) tamb?m reeleito critica e prop?e mudan?as no governo atual, como reduzir gastos, cortando ?rg?o e cargos.
“Se n?o tomarmos as medidas necess?rias urgentemente, essas crises v?o atingir mais no estado. Daqui a pouco n?o vamos pagar sal?rio. N?s temos que cortar da nossa carne. Temos que diminuir as estruturas, isso a todos os n?veis. O Piau?, por exemplo, tem os poderes mais caros do pa?s, a Assembleia mais cara do pa?s", disse o senador.
"N?o tem como mais continuar com o inchado. N?s temos que ter uma quantidade muito grande de secretarias, de estrutura, que foram criadas com uma boa inten??o das coisas melhorarem, de se investir mais, mas n?s n?o temos condi?es de bancar isso”, completou Ciro Nogueira.
Ao longo dos ?ltimos quatro anos e principalmente neste per?odo eleitoral, o governo foi alvo de cr?ticas para a oposi??o, por aumentar o n?mero de ?rg?os p?blicos. Foram criadas dez coordenadorias e convocados 15 suplentes na Assembleia Legisla??o.
A Deputada Estadual reeleita Teresa Britto (PV), disse que em seu governo, a primeira proposta ser? reduzir o tamanho da m?quina estatal.
“Tem que mudar a forma de administrar o Piau?. O Governador tem que priorizar pessoas t?cnicas e profissionais que possam realmente enxugar e fazer um bom trabalho. Fazer gest?o e administra??o. Porque nesse mandado dele foi feito muita politica e tem se esquecido de fazer uma gest?o eficiente para melhores servi?os do Piau?”, falou a deputada.
O Governo Estadual mant?m hoje, 60 unidades gestoras e entre esses ?rg?os est?o 21 secretarias e dez coordenadorias. A equipe econ?mica esteve nessa segunda-feira (8) com o Governador Wellington Dias e trabalhar? dois planos, sendo o primeiro emergencial, que visa cumprir o calend?rio de pagamento at? o final deste ano.
“Estamos fazendo todo levantamento de todas as despesas que temos ainda em aberto, incluindo folha de pagamentos, d?cimo terceiro agora para outubro, novembro e dezembro, os quais s?o as previs?es de receitas que n?s temos e ver ajustes para finalizar este ano”, esclareceu Ricardo Pontes, Secret?rio de Administra??o.
A segunda miss?o do governo ? ver o que poder ser cortado a partir do ano que vem. “Nossa arrecada??o dos ?ltimos quatro anos foi muito aqu?m do que a gente imaginava. As despesas continuaram subindo. Tiveram v?rios aumentos salariais que foram dados ?s categorias. Houve aumento de combust?vel tamb?m. Temos que ver e se adequar a essa nova realidade”, finalizou o Secret?rio de Administra??o.